Re: La Botrytis y sus vinos
Ver mensaje de WineandloveRecuerdo haber probado algún buen late harvest de nuestros vecinos portugueses, y buscando información me he encontrado este interesante artículo (en portugués) al respecto: https://grandesescolhas.com/grande-prova-no-doce-mundo-dos-colheita-tardia/
Un problema añadido al ya de por sí difícil proceso para conseguir un vino botrytizado es el calentamiento global:
Em Portugal não é fácil encontrar um local onde se verifiquem as condições certas para o desenvolvimento da podridão nobre. No caso do Grandjó, a vinha com Sémillon fica a 600 metros de altitude no planalto do Alijó, com humidade matinal e dias solarentos. Mas com o aquecimento global, o clima torna-se cada vez mais quente e seco, não deixando que a podridão nobre se instale – lamenta Jorge Moreira. Se na primeira década do século foi possível produzir o Grandjó quase todos os anos, na segunda década só existe Grandjó de 2013 e fizeram também em 2020 apenas 700 litros (o que não chegará a 2000 garrafas de 350 ml). Tentam fazer todos os anos, deixam uvas na vinha e sem resultado.